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Maternidade, mundo analógico ou virtual?! Quem sabe os dois.

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Desde que me tornei mãe os aparelhos eletrônicos me causam uma grande aflição. Acho todos eles maravilhosos, smartphones, tablets, computadores, não vivo sem, aliás estou sempre pendurada no telefone, o dia todo, primeiro por questões profissionais, preciso monitorar as redes do ateliê o tempo todo, segundo porque podem ligar da escola e depois porque eu gosto mesmo e sim, perco muito tempo no mundo virtual, mais do que eu deveria e poderia, pronto, mão à palmatória, adoro o mundo virtual.

Mas minha maior questão é com os pequeninos, me pergunto constantemente até que ponto isso é saudável ou não, e até onde podemos permitir que nossos filhos, tão pequenos, tenham acesso à esses aparelhos. As crianças, e não estou falando apenas do meu filho porque vejo isso em muitas crianças, parece que já nascem sabendo o caminho do youtube, é surreal a facilidade com que eles navegam e encontram, mesmo antes de alfabetizados, todos os desenhos e bobagens que existem lá dentro, como pode isso?

Quando meu filho nasceu, 4 anos atrás, eu toda cheia de razão e sabedoria, coitadinha de mim, bravei aos quatro cantos, filho meu não vai brincar com telefone tão cedo, filho meu não vai pegar em tablet e foi assim até mais ou menos os dois anos, depois não teve jeito, tive que me adaptar, definir algumas regras e também, sinceramente, as vezes mamãe e papai precisam de um pouco de paz e para isso esses aparelhos são incríveis.

A solução pra mim foi entender que não é só prejudicial, que sim, tem coisas bem bacanas nos aplicativos para as crianças, o que precisamos fazer é parar e olhar com atenção antes de permitir que nossos filhos tenham acesso a esses apps e principalmente que tem que existir limites e de maneira nenhuma podemos deixar que as crianças percam o lúdico e o encantamento da infância. Tem hora para o filminho no telefone e tem hora para o desenho com lápis de cor, giz e tinta, hora do almoço telefone não vai para mesa, no restaurante criança não almoça assistindo desenho e se tiver parquinho e outras crianças então telefone nem sai da bolsa, vai brincar e ser feliz, correr, ralar joelho, jogar futebol, pique pega, esconde esconde, boneca, casinha e todas as brincadeiras que as pequenas cabecinhas conseguirem inventar. Mas gente, essas são as minhas regras e o que funciona pra mim, talvez não funcione em outras casas e outras famílias ok? Não existe aqui nenhuma verdade absoluta e nenhum conselho a ser seguido, apenas uma reflexão de como este assunto já me afligiu, ainda aflige, porque agora estamos entrando na etapa vídeo game, e como tento lidar com tudo isso.

Uma solução que uma amiga, também artesã, me apresentou um tempo atras foi o estojo com bloco para desenho e lápis de cor, uma maneira maravilhosa das crianças levarem para todos os lados uma diversão que lhe afastassem em pouco do mundo digital. Comprei a ideia, trabalhei com ela algum tempo e este ano decidi dar uma remodelada, mudar algumas questões para ficar mais funcional sem perder a diversão.

Assim temos o novo estojo infantil, um livro recheado com lápis de cor que vem dentro de um bolsinho, bloco para desenho e agora uma bolsa cheia de charme para a criança carregar, para momentos analógicos, soltar a imaginação, treinar a escrita e ainda deixam papai e mamãe mais tranquilos para aquele jantarzinho tranquilo.

Esse menino fofo é meu pequeno e para deixar sua criança feliz como ele você pode acessar a Loja Virtual e garantir o estojo do seu pequeno ou pequena, temos várias estampas disponíveis.

Sobre Emilia Ribeiro

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